Ana Siuffo
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Existencial

A importância dos sonhos como forma de dar sentido à vida

Proposta:

Considerando as ideias apresentadas pelos textos motivadores e a contemporaneidade em que o desencanto e o conformismo impedem muitos de vislumbrar possibilidades, redija uma dissertação argumentativa sobre a importância dos sonhos como uma forma de dar sentido à vida e fortalecer a fé em um futuro melhor.

Orientação em Áudio

Ouça uma breve orientação sobre como abordar este tema

Texto I:

Sonhar Sonhar é verbo, é seguir, é pensar, é inspirar, é fazer força, insistir, é lutar, é transpirar. São mil verbos que vêm antes do verbo realizar. Fonte: Bráulio Bessa.

Texto II:

Na charge do cartunista Alexandre Beck, o personagem Armandinho é chamado de volta por amigos que alertam: "Volta, Dinho! Você vai se machucar!" e "Melhor voltar!". No entanto, ele responde com determinação: "Preciso ir atrás dos meus sonhos!" e, ao final, afirma: "Não dá!". A charge ilustra de forma sensível o dilema entre a segurança da zona de conforto e a coragem necessária para perseguir os próprios sonhos, mesmo diante de riscos e incertezas. Fonte: Alexandre Beck, Armandinho (Adaptado).

Texto III:

Em sua obra "Em Busca de Sentido", o psiquiatra Viktor Frankl, sobrevivente do Holocausto, defende que a principal força motivadora do ser humano é a busca por um propósito. Mesmo nas condições mais adversas, aqueles que conseguiam se apegar a um sonho, a uma memória afetiva ou a um objetivo futuro encontravam um "porquê" para viver, o que lhes dava forças para suportar o "como". Para Frankl, sonhar não é fugir da realidade, mas sim encontrar nela um sentido que a transcenda. Fonte: Viktor Frankl, Em Busca de Sentido (Adaptado).

Texto IV:

Em tempos de incerteza, sonhar é um ato de resistência. Não se trata de um otimismo ingênuo, mas de uma escolha consciente de acreditar na possibilidade de um futuro melhor. A esperança, nesse sentido, não é passiva; ela é a força que nos impulsiona a agir, a estudar, a trabalhar e a lutar por aquilo que acreditamos. Como afirma o educador Paulo Freire, a esperança é uma "necessidade ontológica, um imperativo existencial e histórico". Fonte: Paulo Freire, Pedagogia da Esperança (Adaptado).

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