Ana Siuffo
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Consumo e Sociedade

A urgência do consumo consciente diante dos modismos

Proposta:

Considerando as ideias apresentadas pelos textos motivadores, reflita sobre as mensagens transmitidas e redija uma dissertação argumentativa sobre a urgência do consumo consciente em um contexto social dominado por modismos visuais e objetos de uso emocional.

Orientação em Áudio

Ouça uma breve orientação sobre como abordar este tema

Texto 1:

Vivemos uma era marcada pela velocidade das tendências visuais e pela onipresença dos apelos emocionais nas redes sociais. O que antes era apenas uma vitrine comercial agora se tornou palco de demonstrações simbólicas - consumir virou também mostrar, afirmar identidade e buscar aprovação. Segundo estudo da Serasa Experian, as tendências de consumo no Brasil para 2025 apontam que muitos consumidores já estão repensando prioridades. Outro levantamento revelou que 72,4% das pessoas afirmam que suas emoções interferem na hora de escolher o que comprar. Fontes: Food Biz Brasil, 2025; BCG, 2025; Blog Impacto – FGV EAESP, 2024.

Texto 2:

Em 2025, a paisagem do consumo é fortemente marcada por objetos que vão além do útil: eles carregam apelo emocional, simbólico e visual. Tendências nascem e se transformam num piscar de olhos. Exemplos recentes mostram como itens aparentemente inofensivos - um boneco, um doce, um livro de colorir - cruzaram do mundo digital para o real, tornando-se símbolos visuais de identidade e pertencimento. O boneco Labubu, o Morango do Amor, os livros Bobbie Goods e os bebês Reborn são exemplos de modismos que combinam apelo visual, emoção simbólica e estratégias de marketing viral. Fontes: Gshow, 2025; Cultura UOL, 2025; Influency.me, 2025.

Texto 3:

Em plena era das redes sociais, não é raro testemunhar modismos visuais surgindo e desaparecendo quase que de um dia para o outro: o tênis "chunky", o "cordão gringo", ou o uso massivo de "sets combinando". Essas tendências não são apenas escolhas estéticas: carregam um apelo emocional - querem comunicar pertencimento, modernidade, aprovação. Quando o apelo visual ou emocional guia a compra, muitas vezes o elemento útil se torna secundário. Além disso, a moda rápida (fast fashion) explora esse ciclo: roupas são lançadas, consumidas e descartadas em poucas temporadas, gerando grande gasto de energia, descarte de tecidos e impactos ambientais. Fontes: Startups.com.br, 2025; VEJA, 2025; Wikipédia – Fast Fashion, 2025.

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